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sábado, março 16, 2019

O 16 para espantar o 25...

Esta é a "teoria" do meu amigo Carlos, Capitão de Abril.

Uma teoria que foi ganhando alguma consistência com alguns testemunhos de quem esteve com um pé dentro e outro fora da "intentona"...

Inclusive o próprio Otelo...

Sim o 16 foi organizado para espantar o 25. Mas teve o efeito contrário, acelerou todo o processo da libertação de um país, que estava cada vez mais estranho, e só esperou mais um mês e alguns dias para dar vivas à Liberdade.

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, setembro 28, 2018

A Maresia da Foz do Arelho...

Alguns amigos de Almada foram até ao Oeste numa excursão organizada pela Incrível Almadense e pelo CIMO, com passagens pelas Caldas, Foz do Arelho e Óbidos.

A grande surpresa para uma boa parte deles foi o  "nevoeiro com frio" que descobriram na Foz do Arelho.

Alguns fartos deste Verão infindável, agradeceram aquela frescura atlântica, aqueles borrifos que vêm do mar e chamamos maresia... Outros nem por isso, até disseram que poderiam ter avisado, para levarem casaco...

Eu só lhes pude dizer, que se há coisa de que tenho saudades do Oeste, é do seu microclima, das temperaturas amenas e até da maresia, do céu cinzento que gosta de brincar às escondidas com o Sol e de aquele Mar único, mexido e com som, da Foz do Arelho.

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, outubro 30, 2017

«Então quer dizer que vives mesmo em Almada?»

De vez enquanto cruzo-me com um rapaz que conheci nas viagens que fazíamos de comboio entre Caldas e Lisboa, há mais de trinta anos (quando este era o transporte por excelência de uma boa parte das pessoas do Oeste, porque o "expresso" saia à tarde e não havia um carro ou dois por lar... Foi antes de sermos "europeus" e do "cavaquismo"...).

Ele vinha de S. Martinho (onde tinha casa de férias...) mas era de Almada.

Quando vim morar para Almada (lá vem os trinta anos, como o tempo passa...), passei a encontrá-lo mais vezes pelas ruas da Cidade. Trocávamos palavras de circunstancia (como ainda trocamos...), mas nunca nos tornámos próximos.

Foi por isso que estranhei que hoje, quando nos cruzámos, ele me tenha perguntado, se ainda tinha ligações às Caldas. Disse que sim, de vez enquanto ia almoçar com a minha mãe e o meu irmão. Ele estranhou e fez a pergunta parva da ordem: «Então quer dizer que vives mesmo em Almada?»

Disse que sim e lá continuámos o nosso caminho...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, agosto 17, 2017

Salir de Matos em Parágrafos (5)

«As reuniões familiares, em que se juntam três, quatro, e até cinco gerações diferentes, são quase sempre espaços de boas memórias.
Depois do café e da sobremesa, é normal que os mais antigos escolham as histórias com mais humor da sua juventude, para retratarem um tempo tão diferente dos dias de hoje, em que por exemplo a exploração da mão de obra infantil era comum a todas as famílias. E também era a única possibilidade de se sobreviver, num tempo em que quase todas as pessoas eram pobres... principalmente quem vivia no campo, em aldeias profundamente rurais como era Salir de Matos.
Mesmo assim, há sempre um ou outro drama que se mistura, um sentimento de injustiça que se aviva, porque, ao contrário do que se pensa, não era mais fácil ser-se pai e mãe, nesse tempo em que quase eram proibidos os afectos.»

(escrito originalmente para as "Viagens")

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, março 31, 2017

Que seja Alguma Coisa e Não Ruinas...

Uma amiga meteu-se comigo há dias por os Pavilhões do Parque das Caldas fazerem parte da célebre lista de património que o Estado quer ceder aos privados.

Eu não fiquei nada incomodado com o facto. Só espero que os Pavilhões possam ter presente e ser alguma coisa boa que contribua para o futuro da Cidade Termal e não as quase ruínas de tantos anos de abandono...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, fevereiro 02, 2017

A Minha Rua 26...

«Que pobreza, ruas apenas com números...»

Já estávamos num outro século, mas acabei por sorrir, porque aquela frase me levou à infância, ao Bairro dos Arneiros, onde só faltou nascer (fui nascer à casa-maternidade da avó, em Salir de Matos...) e vivi toda a minha infância.

Pois foi, a minha rua era a número 26, embora fosse mais conhecida pela "rua do meio". E não veio nenhum mal ao mundo por as ruas do bairro serem numeradas. Provavelmente o bairro nasceu na clandestinidade, depois os serviços camarários das Caldas deviam ter outras preocupações que andar a distribuir nomes de pessoas e lugares pelas ruas.

Nos nossos dias é a Rua do Compromisso. Claro que gosto mais que as ruas tenham nomes de pessoas ou de acontecimentos ou costumes com história, mas como a vida também se faz com números...

(Fotografia de Ferreira da Cunha)

sábado, abril 02, 2016

E se For Verdade?


Ontem falei com o meu irmão e ele disse-me que tinha saído uma nota de leitura na "Gazeta" sobre o meu último livro. Com um sorriso, contei-lhe que já tinha desfolhado o semanário, mas que não tinha chegado aí, tinha ficado pela notícia de capa em que dizia que a oposição se queria unir à volta da candidatura de António José Seguro à presidência da Câmara das Caldas.

O meu irmão acreditou na notícia e eu disse-lhe que havia ali um cheirinho a 1 de Abril.

É daquelas notícias que nos parecem boas demais para serem verdade. Ambos concordámos que só uma candidatura deste género conseguiria "tirar o tapete" ao PSD que se delicia no poder há quase quatro décadas, com os resultados que todos conhecemos...

quarta-feira, março 23, 2016

"desMemória" - Resgatar a memória dos Pavilhões


Hoje fui às Caldas almoçar com a minha mãe e o meu irmão.

Antes do almoço dei um giro pela cidade e quis levar os meus filhos à exposição de fotografia, "desMemória" - Resgatar a memória dos Pavilhões, de João Martins Pereira.

É uma excelente mostra do interior dos Pavilhões do Parque, que têm mais de mil e uma história por contar, sobre tudo o que se passou por ali, ao longo de mais de 100 anos...


A primeira memória que tenho daquele lugar é da Biblioteca Calouste Gulbenkian (a única pública da Cidade...), onde fui leitor desde a primária. Também andei por lá no liceu...


Depois da exposição passámos pelos Pavilhões e demos uma volta ao sempre bonito Parque, com conversas disto e daquilo e com a minha filhota a ficar encantada com os cisnes escuros...

quinta-feira, fevereiro 11, 2016

«É preciso ter lata. Largas a sarda nas tuas "Viagens" e piras-te.»


A meio do telefonema saiu-se com esta: «É preciso ter lata. Largas a sarda nas tuas "Viagens" e piras-te.» Seguida de uma gargalhada sonora.

Depois de o acompanhar na gargalhada disse que não acontecera nada disso. Ele é que era um distraído. Se passasse mais vezes por aqui sabia que era normal estar mais de uma semana sem escrever nada nas "Viagens", com ou sem sardas.

E esta conversa fez com que me lembrasse que houve tempos que as únicas sardas que conhecia eram aqueles pontinhos que algumas miúdas tinham no nariz e no rosto, que se notavam mais no Verão, que torna tudo mais visível e claro, como acontece com a cor dos nossos olhos.

Anos mais tarde percebi que também chamavam sardas às sardinhas maiores.

Mas a língua portuguesa é useira e vezeira nestes usos avulsos das palavras. Não há nada a fazer, além de sorrir.

(Óleo de Brian Scott)

segunda-feira, outubro 12, 2015

As "Visitas de Médico" à Cidade


Na semana passada passei pela Cidade, para almoçar com a minha mãe.

Como faço sempre, chego um pouco mais cedo e dou o meu "passeio higiénico". Passo pelo Parque, pela Praça da Fruta, Rua das Montras e desta vez passei pela "Gazeta" para comprar um livro. Acabei por encontrar um amigo que não via há uns dez anos. Foi bom conversar com ele, do nosso bairro, do nosso clube, dos nossos amigos comuns, da vida...

Em relação ao nosso "desencontro" de tanto tempo, disse-lhe a verdade. Quando vou às Caldas, são quase sempre visitas de poucas horas. Passeio um pouco, almoço e meto a conversa em dia com a minha mãe e parto.

Mas foi bom encontrar este companheiro dos velhos tempos, pois foi possível falar-lhe de um projecto literário caldense (constantemente adiado) e da vontade que tinha de me encontrar com ele e com mais dois ou três amigos, em jeito de mesa redonda, para tirar algumas dúvidas e por saber que as conversas "são como as cerejas".

Mas não sei quando é que nos iremos encontrar. Talvez a partir de agora a agenda fique um pouco mais vazia...

sábado, julho 04, 2015

Cirandando pelo Oeste


Foram três dias de viagens, apesar do tempo incerto rente ao oceano (nem faltaram banhos no Atlântico gelado), de muitas conversas (mais em família que entre amigos...) O tempo nunca deu para tudo (e agora ainda é mais curto)...

O jardim dos tios Zé e Lurdes continua a ser o mais bonito de Salir de Matos.

quinta-feira, junho 11, 2015

Caldas: a Cidade Real e a Cidade Imaginária


Hoje de manhã enquanto conversava com um amigo sobre Almada começar a estar "irrespirável", disse que gostava de voltar para as Caldas, mesmo que não fosse a tempo inteiro. Até porque talvez o meio tempo fosse o ideal.

Ele disse-me que a Cidade em que eu penso, pode não existir. Isso acontece muitas vezes...

Sorri, sem querer entrar em mais pormenores ou discutir as diferenças entre a tal cidade real e a imaginária.

A única coisa que sei é que preciso de mudar, preciso de ir para um lugar onde esteja menos envolvido física e emocionalmente, onde não sinta tanto na pele as injustiças diárias protagonizadas por quem se limita a usar apenas a carapaça dos "justos".

Talvez ainda seja possível regressar a uma certa Lisboa e usar Almada quase apenas para dormir...

sexta-feira, novembro 21, 2014

Saudades da Minha Aldeia


Em resposta a um comentário escrevi que tinha saudades da minha aldeia.

Que tinha de a visitar, para ver se as pessoas continuavam a cumprimentar com um bom dia e uma boa tarde, toda a gente, mesmo os desconhecidos...

Acredito que sim, pelo menos as pessoas de mais idade (a maioria...), incapaz de se render aos tempos modernos dos telemóveis e computadores.

Eu sei que estamos num outro tempo, mas conversar continua a ser das melhores coisas que podem acontecer entre seres humanos... 

O óleo é de Petros Malayan.

sábado, agosto 30, 2014

A Festa de Salir de Matos


No começo de Agosto, talvez no seu primeiro fim de semana, decorria a Festa de Salir de Matos, igual a tantas outras que enchem de alegria as aldeias portuguesas.

Acho que todos os meus tios foram festeiros, ou seja os "operários para todo o serviço" da festa pagã, que nunca se desligou da paróquia (penso que era o padre que guardava os seus lucros, embora não tenha a certeza absoluta).

De um ano para o outro (acho que já neste milénio, embora o tempo voe...) deixou de se realizar, sem que fossem dadas muitas explicações, para lá das dificuldades financeiras em realizar os festejos, com muitos anos (sempre me lembro da sua realização...) de história.

Infelizmente nunca mais foi reactivada. Este ano durante um jantar familiar soube de mais um pormenor, que concorreu para algumas discordâncias entre os organizadores, a existência de uma pipa de vinho, que podia ser consumida à discrição, por todos os contribuintes da festa.

Algumas pessoas não só achavam que a "pipa" causava descrédito como era um "rastilho" para algumas discussões, provocadas por quem tinha "mau vinho".

Com pipa ou sem pipa, eu limito-me a lamentar que tenham colocado fim esta Tradição, sem grandes explicações, como é hábito acontecer no nosso país, de tantas "mortes solteiras"...

O óleo é de Alphonse Roman.

quarta-feira, junho 11, 2014

Um Dia Pode ser Muitos Dias...


O feriado 10 de Junho é o dia que transporta atrás de si mais definições.

A nós, crescidos, habituados a estas maneiras pouco dadas à simplicidade da nossa "lusa pátria", nem sequer estranhamos.

Mas quando a nossa filha do alto da sua sabedoria de nove anos nos questiona, porque é que este dia não é um feriado como os outros, só com um significado, não sabemos muito bem o que dizer, porque Dia de Portugal, é como todos os que passamos por aqui...

Eu se pudesse escolher era apenas do "Dia de Camões"...

Deixo-vos este Camões de Lima de Freitas.

quarta-feira, maio 14, 2014

Ainda os Museus e a Cultura


Noto que há um desinteresse crescente pelas coisas da Cultura (e se calhar por muitas mais coisas, noto na cultura por ser a área onde me movimento com mais ligeireza...) no nosso país.

O que disse em relação aos museus das Caldas, também poderia ser transferido para Almada (que hoje também já tem uma oferta invejável de espaços museológicos) e não é tão conservadora.

Talvez um dos meus amigos, o Francisco, tenha razão: estamos a viver um período de grande indefinição, em que ainda não conseguimos equilibrar a "balança", entre o passado, presente e o futuro. Ainda não conseguimos dar respostas aos desafios diários que o tal futuro nos coloca, especialmente aos jovens, que andam sempre um passo à frente de nós e por isso são tão incompreendidos...

quinta-feira, abril 03, 2014

Ser de Dois Lugares sem Qualquer Tipo de Conflito


Quando almoço com a minha mãe, falamos de muitas coisas e aparecem sempre outras pessoas à mesa.

Elas não surgem com um sentido de coscuvilhice, mas sim memorialista. É comum a mãe falar-me de gentes de Salir de Matos, que eu não recordo a maior parte das vezes, nem mesmo quando ela rebusca as suas árvores genealógicas ou visita os seus lugares.

Às vezes penso que ela acha que eu vivi muito mais tempo em redor dos avós, que tenho um conhecimento mais profundo das gentes de Salir de Matos. 

Mas não, embora tenha uma boa memória visual, nem sempre consigo oferecer um nome e um lugar às pessoas que por vezes passam por mim.

O lugar onde permaneço há mais tempo, é em Cacilhas. Já são mais de vinte seis anos. Muitas vezes penso que hoje sou mais almadense que caldense. 

Mas talvez seja as duas coisas, sem qualquer tipo de conflito.

O óleo é de Colin Berry.

sábado, fevereiro 15, 2014

Viver Mais e Pensar Menos


Um dos aspectos mais pitorescos das nossas memórias são as mudanças físicas dos lugares.

Uma conversa ou uma fotografia antiga são o suficiente para nos recordarem que onde hoje existe um aglomerado de prédios, antes existiu uma quinta e também um baldio, que transformávamos com grande alegria em campo de futebol.

Foi ao lembrar-me de uma dessas quintas que separavam os bairros, que me lembrei de um antigo companheiro de escola, que era muito mau aluno, ficando para trás logo na segunda classe, quando havia "chumbos" na primária. Como morava nos arrabaldes do meu bairro, continuámos a vermos-nos. Ele era tão magro, que nós chamávamos-lhe o "esqueleto humano".

Estivemos uns anos sem nos encontramos, até que ele foi morar para o que restava de uma quinta, que ficava a caminho da casa dos meus país (entretanto nós também tínhamos mudado de bairro...). 

Descubro um homem feito com vinte e um anos, a cumprir o serviço militar, já com dois filhos e a mulher à espera do terceiro. Às vezes falava com ele e descobria que ele era muito mais "desembaraçado" que eu. Ou seja muito mais vivido e preparado para enfrentar a vida, com toda a conjugação de problemas que nos vão surgindo pela frente. A própria vida obrigou-o a correr atrás do "pão". Enquanto nós continuávamos a passear os livros, ele trabalhava, certamente...

Pouco tempo depois a quinta foi transformada em lotes e ele teve de partir para outro lugar e nunca mais nos encontrámos.

Comecei a falar da memória e dos lugares, mas o que eu queria dizer é que as pessoas com menos instrução, pensam menos e vivem mais. Habituam-se desde cedo a viver o seu dia a dia sem pensar muito, ou seja vivem a vida como ela é...

De certeza que não era nada confortável para a sua mulher, provavelmente com uns dezoito anos, já ter dois filhos para criar e ter um terceiro a caminho. Mas como diria a minha avó, tudo se cria...

Nãos sei se nós pensamos de mais. Sei sim, que só quem não gosta de pensar muito, é capaz de ter uma "ninhada" de filhos nestes tempos a lembrar alguma da literatura de Charles Dickens...

O óleo é de Damian Elwes.

quarta-feira, janeiro 15, 2014

«Só as pessoas da cidade é que encontram poesia nos campos»


Sei que ela lê o que escrevo por aqui, provavelmente por ser espaçado. Quase que basta passar por aqui uma ou duas vezes por mês para ler as minhas "viagens pelo Oeste" (cada vez mais curtas)...

Mesmo assim estranhei a sua observação: «só as pessoas da cidade é que encontram poesia nos campos.»

Limitei-me a sorrir, até por saber que havia alguma verdade nas suas palavras.

Mas apenas alguma. Acredito cada vez mais que a "poesia" não é de ninguém, mas sim de toda a gente.

Lembrei-me do meu avô materno, homem praticamente sem instrução e que foi maior parte da sua vida agricultor a tempo inteiro. Apesar dos tempos difíceis que viveu (como boa parte dos portugueses nos anos trinta e quarenta do século passado, bem piores que os de hoje...), senti que não só encontrava "poesia" nos campos, como gostava de de todo aquele ciclo de vidas, ditado pela natureza.

Foi pena não ter estado mais atento aos seus ensinamentos, à maneira simples como nos tentava fazer gostar dos campos...

quinta-feira, outubro 24, 2013

As Mulheres da Família


«Você é filho da Maria, neto da Henriqueta e sobrinho da Ilda, não é?»

Disse que sim, com um sorriso, ao homem que depois de me interrogar, estendeu o braço e a mão para me cumprimentar.

Retribui o cumprimento e ele perguntou quase se seguida: «você é o professor de ginástica ou o escritor?»

Acrescentei que era o jornalista, sem perder o sorriso.

Entretanto sou salvo por uma mulher bonita, que me levou até um pequeno grupo, onde me apresentou e me recordou de um projecto colectivo (que eu já tinha esquecido...) que provavelmente não terá viabilidade.

Quando caminhada pela rua, fiquei a pensar nas palavras do homem, que só se lembrou das mulheres da família, nem sequer referiu o nome do avô Manuel...

O óleo é de Kathy Jones.