Nas cidades a vida é mais pequena que aqui na minha casa no cimo deste outeiro. (Alberto Caeiro)
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quarta-feira, maio 15, 2019
sábado, novembro 10, 2018
Henrique, Poeta e "Velocista" do Oeste...
Acabei de ler há poucos dias o livro de contos curtos, "A Festa dos Caçadores", de Henrique Manuel Bento Fialho. São mais de cem histórias, quase todas do quotidiano, dele e nosso, onde nos vão surgindo, página a página, "pessoas", "cromos", "acontecimentos", "citações", "teorias", "desabafos"... Quase sempre coisas que tropeçam em nós diariamente e que por falta de talento ou de vontade, não as transformamos em literatura, da boa, como aconteceu com o Henrique.
Estive indeciso, se havia ou não de escrever, sobre este livro, que é a continuação de outro, com menos páginas ("Call Center"), porque estou longe de ser crítico literário. Apenas posso dizer se gosto ou não, sem entrar muito na "desmontagem" das suas histórias, quase sempre bem escritas e imaginadas.
Mas há algo que quero referir. Ainda bem que o Henrique prefere ser, além de poeta, um "velocista" neste mundo das literaturas. Sim, ele começa e acaba as histórias mais depressa que o tempo que o diabo demora a esfregar um olho, e ainda bem. Agarra o momento, escrevendo apenas o necessário (já a minha avó dizia que "a palha é para a burra"...), o que interessa e cabe em cada uma das suas histórias deliciosas. E não esconde nenhuma palavra, mesmo as que alguns "puristas" acham de "mau gosto".
Porque a vida é isso mesmo, uma "casa" cheia de cenas de gosto duvidoso...
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sábado, outubro 27, 2018
A Democracia nas Caldas está, no Mínimo, Constipada...
Na entrevista dada à "Gazeta das Caldas" (edição de 19 de Outubro) pelo líder local do PS, Luís Patacho, registei as palavras que mereceram a chamada para a capa. Ele diz:
«Em Ciência Política, quando uma força política está mais de 20 anos consecutivos a gerir, seja um país, seja uma câmara municipal, seja uma região autónoma, já não se considera tecnicamente uma Democracia. Chama-se a isso um regime híbrido. Porquê? Porque o próprio sistema não é capaz de se regenerar, de criar alternância e portanto a Democracia estará como um doente.
É o que acontece nas Caldas. Quantos mais anos está o mesmo partido no governo, mais difícil é para a oposição chegar lá.»
É o que acontece nas Caldas. Quantos mais anos está o mesmo partido no governo, mais difícil é para a oposição chegar lá.»
Obviamente, concordo com as palavras de Luís Patacho. E diria, que a Democracia, está no mínimo constipada nas Caldas (uma constipação a caminho da gripe...).
(Fotografia de Luís Eme)
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sexta-feira, outubro 12, 2018
Gostei de Ver o Ferreira da Silva em Almada...
Gostei de ver o nosso Ferreira da Silva, um dos grandes artistas plásticos das Caldas da Rainha, representado na exposição, "A Luta Continua - 140 anos de Ilustração Portuguesa".
A exposição está patente na Casa da Cerca de Almada até 6 de Janeiro e tem Jorge Silva como curador.
(Fotografia de Luís Eme)
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quarta-feira, abril 25, 2018
A Liberdade que Não Chegou às Caldas
Não é algo que me orgulhe, mas sei que as Caldas, a cidade onde apenas não nasci (fui nascer à casa da avó...), mas da qual sou natural, não é uma Terra de Abril.
E não o digo apenas por esta ser um "feudo da direita" desde a Revolução dos Cravos. Digo-o porque nunca a senti como uma Terra Livre, como é por exemplo, Almada.
As pessoas nunca se libertaram da sua mentalidade "pequeno-burguesa". Talvez algumas ainda tenham medo dos "comunistas comedores de criancinhas e com seringas nos bolsos para injectar atrás das orelhas dos velhinhos"...
(Fotografia de Luís Eme)
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quinta-feira, abril 19, 2018
Caldas SC: Qualidade e Dignidade
Desta vez não consegui bilhetes (a procura foi mais que muita nas Caldas e o espaço nas bancadas do Campo da Mata foi encurtado...), mas não perdi a transmissão televisiva durante os primeiros noventa minutos.
Vi o jogo na minha Incrível Almadense e achei curioso o facto de todos os espectadores estarem a torcer pelo Caldas. O "David" enfrentava o "Golias" e não se notou qualquer diferença no tempo regulamentar de jogo.
Como a sala foi enchendo para o Sporting-Porto, que se seguia (o prolongamento foi relegado para um dos outros canais da Sport tv...), fui para casa, onde assisti à reviravolta do jogo, praticamente sem imagens.
A derrota pela margem mínima não retira nada à dignidade e valentia demonstrada por uma equipa do terceiro escalão, muito menos encorpada que o adversário, que não parecia do primeiro escalão do nosso futebol, graças à réplica do Caldas, que queria muito estar no Jamor, e não foi inferior no tempo normal de jogo.
Ou seja, nem faltou muito para o sonho se tornar realidade...
Parabéns a todos. Jogadores, treinadores e dirigentes. Pintaram de dourado mais uma página da história do Caldas SC e das Caldas da Rainha.
(Fotografia de Luís Eme)
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quarta-feira, abril 18, 2018
Jesus só Disse o Óbvio...
Em todos os jornais (e até na televisão) é dado realce ao facto de Jorge Jesus ter homenageado o Caldas na conferência de imprensa, pelo seu percurso durante a edição da Taça de Portugal de 2017/18.
Foi assim: «Creio que o Caldas é o grande vencedor. Parabéns aos seus jogadores pelo trabalho brilhante que têm feito. Podem não chegar à final, mas são os grandes vencedores.»
Mas não é só o Caldas e os jogadores que são vencedores. Há o treinador, José Vala, e toda a sua equipa técnica. Há o presidente, Jorge Reis, e todos os companheiros dos corpos gerentes. E sobretudo há uma massa humana que parece ter acordado e descoberto que o clube da sua terra tem uma grande equipa de futebol, praticamente amadora.
E agora só nos resta sonhar. E lutar, conseguir "cortar as asas" ao Aves e fazer a festa no Jamor.
(Fotografia de autor desconhecido)
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segunda-feira, abril 16, 2018
quarta-feira, fevereiro 28, 2018
Quase um Dia Normal...
Hoje é quase um dia normal nas Caldas, se esquecermos os mais de 1.500 "malucos" que já vão a caminho da Vila das Aves, para verem o jogo histórico de futebol da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal entre o Desportivo das Aves e o Caldas Sport Clube.
Espero que os jogadores e a equipa técnica estejam como eu, completamente descontraídos, com a consciência de que tudo é possível, por que a equipa que joga na primeira divisão é a outra, são eles é que têm a pressão de ganhar. O Caldas só tem de usar e abusar dessa pressão, em proveito próprio.
Normalmente não uso a expressão "nós" quando falo de futebol, mas hoje vou abrir uma excepção, porque nós não temos a pressão de ganhar, só a vontade, o sonho de chegar à final, no Jamor.
Sonho que é perfeitamente possível, se pensarmos que o jogo se joga onze contra onze (pois, e é bom que os árbitros não se intrometam, como gostam tanto de fazer, normalmente ajudando os mais fortes... o que só por si é um sinal óbvio da sua fraqueza), e que se joga a duas mãos.
Se há alguém que personifica todo este trajecto vitorioso, é o treinador da equipa, José Vala. É por isso que é ele a "cara da notícia" nas "Viagens" (fotografia retirada no site de "A Bola").
E como costuma acontecer nestas coisas, não estou nada preocupado que ganhe o melhor, quero sim, ver o Caldas no Jamor.
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segunda-feira, janeiro 22, 2018
O Meu Orgulho (Artístico) Caldense...
Há vários motivos que me deixam orgulhoso de ser "caldense". O principal talvez seja a beleza da Cidade (tão esquecida e menosprezada por quem a tem governado...).
No plano desportivo continuo a ter o cuidado de ver os resultados do meu "Caldas" à segunda-feira, ou de sorrir com o bom comportamento de outros atletas (desde o Kiko no Ténis, aos atletas do Arneirense ou do S. Caldas...).
Mas do que me apetece falar é sobre a Arte e os nossos Artistas. Além dos excelentes escultores com belas "salas" no Centro das Artes, há duas figuras que considero únicas, os grandes Rafael Bordalo Pinheiro e o José Malhoa, e que ajudam (muito) a gostar das Caldas.
(Fotografia de Luís Eme)
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quarta-feira, setembro 13, 2017
O Centro de Artes das Caldas
Embora possa ser uma sensação agradável sermos a única pessoa que está no interior do museu (como se o museu estivesse aberto só para nós), não deixa de nos questionar, e até inquietar...
Nem sequer vou na conversa das "pérolas e dos porcos". As coisas são o que são.
Se as Caldas possuem um Parque, que é um autêntico Museu Aberto, povoado de esculturas de inegável beleza e qualidade artística, não é muito inteligente falar de "défice de cultura" dos caldenses.
Mas o Centro de Artes está ali... e é um bálsamo passear por lá, ao lado de tanta gente diferente, de pedra, de ferro, de gesso, de barro...
(Fotografia de Luís Eme)
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quinta-feira, março 09, 2017
"Olha" o Valter em Almada
"Olha" é a exposição de Valter Vinagre, que este ano assinala o Dia Internacional da Mulher ,na Galeria Municipal de Almada.
É uma exposição curta, de apenas doze fotografias sobre "realidades invisíveis" da violência doméstica...
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terça-feira, fevereiro 28, 2017
O Museu do Ciclismo das Caldas
O tempo voou e não falei aqui nas "Viagens" da minha visita ao Museu do Ciclismo, para assistir à exposição de fotografia, "Caldas da Rainha, Retratos e Outras Histórias I", de Valter Vinagre, e claro, à colecção permanente deste extraordinário espaço dedicado ao ciclismo e ao ciclista português.
Gostei das fotografias do Valter e também de subir ao andar superior e rever os grandes campeões, como foram o Alves Barbosa (surge na fotografia) ou o Joaquim Agostinho.
E além de me oferecerem um café, ainda tive oportunidade de trocar algumas palavras com o mentor do museu, Mário Lino e com umas meninas simpáticas.
(Fotografias de Luís Eme)
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domingo, dezembro 06, 2015
Caldas SC: Vasco Oliveira, o Atleta, o Treinador e o Dirigente (23)
Vasco Oliveira é uma das figuras que ficará para sempre ligado à história do Caldas Sport Clube, pelo seu honroso passado desportivo, como atleta - jogou até aos 38 anos e foi o capitão de equipa durante anos -, treinador e dirigente do Clube.
Ele deixou-nos no passado dia 25 de Novembro e merece ser recordado (não como político local, pelo menos aqui, onde permaneceu tempo demais como autarca, 28 anos, mas o poder como sabemos tem dessas coisas...), porque deve ser um dos raros caldenses que foi jogador e treinador da equipa principal e também seu presidente de Direcção (nos últimos sessenta anos será caso único...). Actualmente era o presidente da Mesa da Assembleia Geral do Caldas.
Não me lembro dele como jogador, apesar da sua longevidade, apenas como comerciante de electrodomésticos e figura prestigiada e simpática nos meios desportivos caldenses. Deverá ter sido pela sua popularidade que foi desafiado a tornar-se autarca...
Tenho pena que a "Gazeta" no último número apenas tenha focado o seu papel como político, esquecendo o desportista de excelência que foi.
Outra faceta não menos importante do seu passado desportivo foi a de columbófilo (daí a escolha desta fotografia, do "Jornal das Caldas"). Além de grande entusiasta da modalidade foi dirigente da Sociedade Columbófila Caldense e também da Associação Regional e Federação Nacional.
Vasco Oliveira explicou muito bem este "hobbie" no "Jornal de Leiria", que transcrevemos: «Quando tinha 12 anos fui visitar os meus tios a Porto de Mós. Deram-me um casal de borrachos, que trouxe para as Caldas dentro de uma caixa de sapatos. A paixão ficou. É o meu hobbie e um dos meus amores.»
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terça-feira, novembro 24, 2015
Caldas SC: Sena, um Grande Centro-Campista Caldense (21)
Um dos jogadores com melhor visão de jogo e capacidade técnica, que vi jogar no Caldas, foi o Sena. Embora fosse um jogador franzino (e um pouco avesso ao treino como costuma acontece com os grandes talentos...), enchia o pelado do velho Campo da Mata com o seu virtuosismo.
No final dos anos 1970 (principio anos 1980?) deixou as Caldas e partiu para a Madeira, onde viveu uma experiência diferente, já a caminho do profissionalismo com as cores do Nacional. Não sei se fez parte da primeira equipa do clube madeirense que subiu à Primeira Divisão, sei apenas que deixou a sua marca na bela Ilha Atlântica.
Sei que a fotografia é de péssima qualidade. Foi a possível...
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quinta-feira, outubro 15, 2015
Caldas SC: Francisco Vital, o Homem Golo (16)
Estávamos no final dos anos 1960 e sei foi a primeira vez que fui assistir a um treino das camadas jovens do Caldas (ou terá sido mesmo um jogo, de juvenis ou juniores?). A memória às vezes deixa-nos na dúvida.
A Cidade era maior e eu bem mais pequeno... E os bairros tinham fronteiras, não estavam colados uns aos outros como acontece nos nossos dias. Sei que fui com um grande grupo de amigos ao Campo da Mata, naquela que era uma quase despedida do menino prodígio do futebol juvenil caldense, o Vital, capaz de meter golos de todas as maneiras e feitios nas balizas do adversário. Foi por essa razão que tinha sido contratado pelo Benfica...
A partir daí era normal ouvir falar do Vital, que continuava imparável com as cores do clube da Luz, nos juvenis e juniores.
E nunca mais o perdi de vista.
Subiu a sénior e ficou-se pela Segunda Divisão Norte, onde continuava a dar nas vistas como goleador. A tal ponto que acabaria por dar o salto do Riopele para o FC Porto de Pedroto, onde seria bi-Campeão Nacional. Embora nunca se tenha afirmado como titular no Porto, era uma espécie de "arma secreta", que entrava praticamente em todos os jogos, para dar mostras da sua veia goleadora.
Depois teve uma passagem breve pelo futebol espanhol no Bétis e quando voltou jogou no Benfica (voltou a ser Campeão), no Boavista, no Belenenses, para terminar a carreira de jogador no Vizela, com 33 anos (e iniciar a de treinador...).
Vestiu a camisola da selecção A uma vez, tendo marcado um golo. Ou seja, manteve a sua boa média como goleador.
E depois escolheu ser treinador e andou por dezenas de clubes, até pelo Vietname... Voltaria ao Caldas como treinador entre 1992 e 1994, na segunda divisão.
Mas o seu momento grande como técnico aconteceu em 1997, quando passou de adjunto a técnico principal do Sporting CP, ainda que fosse apenas por sete jogos.
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quarta-feira, setembro 30, 2015
Os Quarenta anos da Cidade
A outra revista que me foi oferecida é uma edição da "Gazeta das Caldas", que tem como título, "Caldas da Rainha - Quarenta anos de Cidade, Cinco Séculos de História", e foi publicada em 1967.
É uma revista que aborda a efeméride, com testemunhos, algumas sínteses históricas e também homenagens a caldenses que se destacaram nesses tempos.
Um dos seus aspectos mais interessantes são as páginas de publicidade, sobre tantos lugares que já não existem...
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quinta-feira, julho 16, 2015
"Quico" na Taça Davis
O caldense Frederico Silva integra uma das melhores selecções de sempre de ténis, que no próximo fim de semana vai defrontar a Finlândia em Viana do Castelo, para a Taça Davis.
Fazem parte da selecção orientada por Nuno Marques: João Sousa, Gastão Elias, Rui Machado e Frederico Silva (primeiro da esquerda).
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sábado, maio 23, 2015
Caldas SC: Grilo, Um dos Meus Vizinhos Futebolista do Caldas (12)
Nunca tinha pensado nisso, mas o Bairro para onde me mudei no começo da adolescência, apesar de pequeno (uns anos depois passou de Bairro de Santo António para Rua João de Deus...), tinha vários craques do jogo da bola.
O mais conhecido foi o Grilo, que era uns meses mais velho que o meu irmão e foi internacional júnior, penso que na primeira participação portuguesa num Mundial, no Japão em 1979 (Grilo jogou nos quatro jogos que a selecção fez no Japão) onde fazia dupla no ataque português com Diamantino Miranda, que fez uma belíssima carreira no Benfica e hoje é treinador.
Grilo nessa altura jogava nos juniores do Sporting, onde também jogou com o meu primo (meu homónimo...) e outros jovens como o Justino, o Tomás, o Oliveira, o Rosário, o Rosado, etc.
Era um avançado possante, que marcava golos com facilidade. Foi por isso que assinou contrato como profissional com o Sporting. Acabou por ser emprestado a vários clubes da primeira divisão (lembro-me do Rio Ave e do Académico de Viseu) até "desaparecer" quase do mapa. Ainda regressou ao Caldas, mas por pouco tempo. Acabou por "arrumar" as botas, cedo demais...
Nunca percebi muito bem porque razão não teve sucesso. Percebia-se que era um pouco molengão, talvez lhe faltasse "garra" para triunfar. Também teve algumas lesões, talvez ganhasse medo de "pôr o pé", algo que é essencial para um avançado.
Aliás, quando regressou aos seniores do Caldas, já jogava mais recuado...
Nunca fomos muito próximos para termos a tal conversa, quase de "psicanalista"...
(Nesta fotografia encontrada na "net", vemos a selecção portuguesa que esteve presente no Mundial do Japão. Grilo encontra-se em baixo, segundo a contar da esquerda, ao lado de Diamantino, capitão da equipa.)
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sábado, abril 18, 2015
Mais que um Belo Cartaz
O cartaz do "Open Internacional de Ténis Caldas da Rainha" é muito mais que um belo trabalho gráfico.
É a homenagem a um jovem que já é o melhor jogador de ténis do nosso Concelho, de todos os tempos. Ainda bem que ninguém se defendeu com aquelas "tretas" de que o Frederico Silva é muito novo para ser já a "figura do cartaz".
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