Nas cidades a vida é mais pequena que aqui na minha casa no cimo deste outeiro. (Alberto Caeiro)
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sexta-feira, outubro 18, 2019
terça-feira, outubro 08, 2019
O Fólio e a "Vila Literária"...
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sábado, novembro 10, 2018
Henrique, Poeta e "Velocista" do Oeste...
Acabei de ler há poucos dias o livro de contos curtos, "A Festa dos Caçadores", de Henrique Manuel Bento Fialho. São mais de cem histórias, quase todas do quotidiano, dele e nosso, onde nos vão surgindo, página a página, "pessoas", "cromos", "acontecimentos", "citações", "teorias", "desabafos"... Quase sempre coisas que tropeçam em nós diariamente e que por falta de talento ou de vontade, não as transformamos em literatura, da boa, como aconteceu com o Henrique.
Estive indeciso, se havia ou não de escrever, sobre este livro, que é a continuação de outro, com menos páginas ("Call Center"), porque estou longe de ser crítico literário. Apenas posso dizer se gosto ou não, sem entrar muito na "desmontagem" das suas histórias, quase sempre bem escritas e imaginadas.
Mas há algo que quero referir. Ainda bem que o Henrique prefere ser, além de poeta, um "velocista" neste mundo das literaturas. Sim, ele começa e acaba as histórias mais depressa que o tempo que o diabo demora a esfregar um olho, e ainda bem. Agarra o momento, escrevendo apenas o necessário (já a minha avó dizia que "a palha é para a burra"...), o que interessa e cabe em cada uma das suas histórias deliciosas. E não esconde nenhuma palavra, mesmo as que alguns "puristas" acham de "mau gosto".
Porque a vida é isso mesmo, uma "casa" cheia de cenas de gosto duvidoso...
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terça-feira, agosto 15, 2017
Romeu e a Feira de 15 de Agosto
A Feira do 15 de Agosto das Caldas da Rainha continua a fazer-se, mas há muito que não é o acontecimento de outros tempos (a magia que acompanhou a nossa infância, fugiu...). Com as devidas distâncias era aquilo que conhecemos mais próximo do imaginário teatral e ficcional do Romeu, presente a espaços em livros como a "Roberta", "Bonecos de Luz" ou "O Vagabundo das Mãos de Oiro".
Claro que o Portugal da nossa infância (anos setenta...) é muito diferente do de Romeu dos anos vinte e trinta. Nessa altura, por sermos menino de cidade nem faziamos ideia que havia "cinema ambulante", que foi uma das primeiras coisas a maravilharem o grande dramaturgo e escritor almadense...
Mas havia o circo (sempre gostámos de palhaços...), os carroceis, o "poço da morte", que na época era uma das maiores aventuras que se podiam ver e que a mãe nos ia proibindo de ver. Mas houve um ano que assistimos mesmo aqueles malabaristas que com motas especiais, conseguiam andar de pernas para o ar e conduzir de olhos vendados...
Claro que falar desta "magia" aos nossos filhos, faz com que nos olhem de lado e pensem em coisas parecidas com a "pobreza franciscana"...
(texto publicado no blogue de homenagem a Romeu Correia e fotografia de Luís Eme)
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quinta-feira, junho 01, 2017
Armando Silva Carvalho Procurou Abrigo na Sombra do Mar...
Soube do desaparecimento do Poeta pelo Henrique, na sua “Antologia do Esquecimento" depois passei pelo site do ”Público”, onde fiquei a saber mais pormenores através da notícia que transcrevo:
«O poeta Armando Silva Carvalho morreu esta quinta-feira de manhã, aos 79
anos, no Hospital Montepio Rainha D. Leonor, nas Caldas da Rainha, na sequência
de um cancro de pulmão. O corpo será velado a partir das 15h30 em Olho Marinho,
no concelho de Óbidos, onde o escritor nasceu, e o funeral está marcado para
sexta-feira às 17h30, também em Olho Marinho. A missa será celebrada pelo seu
amigo, e também poeta, José Tolentino Mendonça.
Nascido em 1938, Armando Silva Carvalho estreou-se há mais de 50 anos, em
1965, com Lírica Consumível.
Venceu com ele o Prémio de Revelação da Sociedade Portuguesa de Escritores. A
Sombra do Mar, o último a chegar às livrarias, em 2016, foi distinguido com
o Grande Prémio Casino da Póvoa na edição deste
ano do Correntes d' Escritas. Trata-se, possivelmente, do seu melhor
livro desde Lisboas (2000) — pelo meio houve títulos como O Amante
Japonês (2008), Anthero Areia e Água (2010) ou De
Amore (2012).»
Ia escrever que a poesia do Oeste tinha ficado mais pobre, mas é apenas mais um lugar-comum,
que até pode ser mentiroso.
Não seria nada do outro mundo que o desaparecimento do Armando Silva
Carvalho despertasse no mínimo curiosidade sobre a sua obra poética…
(Fotografia de Autor Desconhecido)
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segunda-feira, setembro 19, 2016
Óbidos Cidade do Mundo
Ontem tive uma conversa sobre o Fólio de Óbidos, em que me diziam que também deveria haver uma vertente local, do Oeste.
Eu achei logo que não. Este Festival Literário quer ser um pouco como a Vila de Óbidos, que ultrapassa há muito as fronteiras do Oeste e é uma "Localidade do Mundo", que recebe turistas de todos os continentes, diariamente.
Por isso é que vêm escritores do mundo, que se juntam aos nossos "craques" das letras...
Não sei se consigo passar por lá esta semana. Talvez tente na sexta. Vamos ver como corre a semana.
sábado, maio 07, 2016
Vitor Damas Recebe a Baliza de Prata de José do Carmo Francisco
José do Carmo Francisco, poeta, jornalista e escritor de Santa Catarina, lançou na Biblioteca do Museu República e Resistência ao fim da tarde de 4 de Maio a biografia, "Vitor Damas - a Baliza de Prata".
Segundo o apresentador da obra, o jornalista Gonçalo Pereira Rosa:
«Há poucos nomes no jornalismo
contemporâneo que se possam ufanar de ter aproximado tanto como o José do Carmo
o turbilhão literário do pequeno/grande drama do desporto. De preencher esse
fosso. De lhes pedir, como observadores minuciosos da realidade, que nos falem
daquele momento especial, da centelha que nos faz sonhar, do dia em que, sem
que uma única palavra seja expressa, 50 ou 60 mil pessoas sentem no mesmo
estádio a mesma sensação de que presenciaram um momento inesquecível.
Sem pretender estragar a
experiência para quem vai debruçar-se sobre este Vítor Damas, A Baliza de Prata, adianto que se trata de uma obra
meticulosa, que coloca 56 anos da vida do nosso Vítor Damas debaixo do
microscópio. O Eça de Queiroz chegou a queixar-se de que, aos homens célebres
do seu tempo, até se publicam depois da morte as contas de alfaiate! O José do
Carmo não vai tão longe – felizmente – mas analisa a biografia do Vítor Damas
com minúcia e consciência crítica, convocando testemunhos oportunos de amigos,
colegas de equipa, rivais, treinadores, jornalistas e meros adeptos.»
Não poderia deixar de dedicar algumas palavras de apreço a este jornalista e escritor amigo, natural do Concelho das Caldas da Rainha, que tanto tem escrito sobre os livros dos outros, inclusive na "Gazeta das Caldas".
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quinta-feira, abril 28, 2016
Luiz Pacheco e Vergílio Ferreira nas Caldas
Ferreira Fernandes escreveu esta delícia no "Diário de Notícias" a 26 de Abril:
«Um
dia, Luiz Pacheco entrou num café escuro de Caldas da Rainha e viu Vergílio
Ferreira numa mesa, às gargalhadas. Nesse tempo não havia telemóveis nem
Twitter e não deu para filmar e postar aquela surpresa. Pacheco, porém,
escreveu um texto sobre o intolerável que era o amargo, e afinal hipócrita,
Vergílio Ferreira a rir. O intolerável seria termos perdido esse maravilhoso
texto de má-fé.»
Embora não saiba da veracidade da frase, acredito nas palavras do cronista. E esta, Vergílio Ferreira a rir às gargalhadas num café caldense?
(Óleo de Darnier Rappel)
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domingo, outubro 18, 2015
O Fólio de Óbidos
Ainda não falei por aqui do Fólio, mais por falta de dados que por outra coisa (não é por isso que me vou associar ao "facebook"...).
Tenho a sensação de que este Festival Literário está virado sobretudo para o exterior (que pode estar errada...), aproveitando todas as potencialidade turísticas desta "Vila-Museu" para a colocar nos calendários internacionais da literatura.
Também estranho que gente que escreve, fisicamente mais próxima que eu de Óbidos (sim estou a falar de vocês dois, Cristina e Henrique...), ainda não tenha escrito uma linha sobre o Festival, mesmo que fosse crítica.
Nem sequer sei se este Festival contribui para a felicidade dos leitores e escritores do Oeste. Espero que sim, pelo menos dos primeiros.
segunda-feira, outubro 12, 2015
As "Visitas de Médico" à Cidade
Na semana passada passei pela Cidade, para almoçar com a minha mãe.
Como faço sempre, chego um pouco mais cedo e dou o meu "passeio higiénico". Passo pelo Parque, pela Praça da Fruta, Rua das Montras e desta vez passei pela "Gazeta" para comprar um livro. Acabei por encontrar um amigo que não via há uns dez anos. Foi bom conversar com ele, do nosso bairro, do nosso clube, dos nossos amigos comuns, da vida...
Em relação ao nosso "desencontro" de tanto tempo, disse-lhe a verdade. Quando vou às Caldas, são quase sempre visitas de poucas horas. Passeio um pouco, almoço e meto a conversa em dia com a minha mãe e parto.
Mas foi bom encontrar este companheiro dos velhos tempos, pois foi possível falar-lhe de um projecto literário caldense (constantemente adiado) e da vontade que tinha de me encontrar com ele e com mais dois ou três amigos, em jeito de mesa redonda, para tirar algumas dúvidas e por saber que as conversas "são como as cerejas".
Mas não sei quando é que nos iremos encontrar. Talvez a partir de agora a agenda fique um pouco mais vazia...
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terça-feira, setembro 15, 2015
O Poder da Igreja nas Aldeias
Ao falar com um amigo que está prestes a apresentar um livro sobre a história da Aldeia onde nasceu, ele contou-me da grande influência que os padres tinham no quotidiano da sua Terra. Muitos descendiam mesmo das famílias mais importantes. Ou seja, era uma forma de perpetuar o poder existente.
E foi assim durante séculos. Até pelo menos ao 25 de Abril.
Nada de muito estranho. Todos sabemos que a Igreja Católica esteve sempre ao lado dos mais fortes e ricos, limitando-se a prometer a "vida eterna" aos crentes mais desvalidos pela vida, que pelo menos deviam permitir-se pensar que havia qualquer coisa estranha naquela história.
Ainda por cima estes padres eram mais comuns do que deixavam transparecer. Além de terem uma governanta para todo o serviço, fomentavam um "exército" de mulheres que cortejavam de várias formas. E tinham sempre vários afilhados, com o facto curioso de alguns terem a sua "cara chapada"...
E nem vou falar de outras atrocidades. Da sua cumplicidade com as perseguições políticas levadas a cabo pela PIDE...
Sei que em algumas aldeias as pessoas ainda gostam de olhar para o padre como um "deus", mas felizmente as coisas mudaram e já não são o que eram.
segunda-feira, agosto 10, 2015
Dribles na Primária
Ao ler o Dinis Machado, das crónicas de futebol, mesmo sem ter a ver, lembrei-me que rente à escola primária costumávamos jogar futebol com uma pedra da calçada, de sarjeta a sarjeta.
Novitos não pensávamos nos buracos que as pedras faziam nas nossas botas de cabedal, muito menos que com cada golo que metíamos, estávamos a entupir a sarjeta-baliza rente à escola primária do Bairro da Ponte.
E que saudades do Dinis, um homem simples, que nunca se deslumbrou com nada, nem mesmo com o Molero...
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segunda-feira, julho 13, 2015
domingo, dezembro 07, 2014
A Isabel e as Caldas de Bordalo
Ontem estive presente numa pequena apresentação de um caderno de poesia ilustrada, onde emprestei as palavras aos desenhos do meu amigo Américo. Quase em simultâneo com o lançamento do livro, "As Caldas de Bordalo", da autoria de Isabel Castanheira, na minha Cidade Natal.
Tive pena de não aparecer, para dar um abraço à Isabel, que tanto fez (e continua a fazer...) pela Cultura caldense.
Embora nunca tenha tido uma grande proximidade com a Isabel (provavelmente devido à minha partida para a Capital aos dezoito anos), graças à "Gazeta das Caldas", acompanhei o seu percurso como livreira de excepção (amante dos livros e dos autores) e também de grande apaixonada pelo nosso Rafael, que fez o percurso inverso em relação a mim, veio da Capital para as Caldas, onde deixou a sua marca, até hoje, transportando os seus bonecos para a louça da Cidade.
Sei que este livro é excelente (pelas histórias de amor da Isabel...) e logo que me seja possível vou em sua busca, onde quer que ele esteja à minha espera (sem a "107", tenho de descobrir qual a livraria caldense onde está à venda...).
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sábado, novembro 30, 2013
A 107 e o Dia do Livreiro
Hoje comemora-se o "Dia da Livraria e do Livreiro" em todo o país.
Não posso deixar escapar esta oportunidade, sem falar da "Livraria 107", das Caldas da Rainha.
Embora não fosse um frequente assíduo, até por não morar na Cidade (era lá que costumava adquirir os livros sobre as Caldas...), continuo a pensar que o seu fecho foi uma perda terrível para a Cultura local.
Uma das coisas que quase desapareceu foram os "Cafés Literários", organizados pela Isabel, que trouxeram tantos escritores importantes ao burgo caldense.
É costume dizer-se que o paradigma comercial mudou. Pois mudou. Mudou de tal forma que quase tem morto as Terras portuguesas, de Norte a Sul.
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terça-feira, abril 23, 2013
Livros e Leitores sem Idade
Apesar das mudanças na sociedade, o livro continua a ser o livro.
Continua a ser um companheiro de muitas horas e de gente de todas as idades.
Digo isto porque a minha filha com apenas oito anos, já é uma "devoradora" de livros de papel.
E não se contenta apenas com os cá de casa, gosta de requisitar livros da biblioteca da escola.
Claro que sei que esta paixão continua a ser coisa de minorias, uma boa parte das pessoas que compram livros, fazem-no com o intuito de decorar as estantes. É a vida...
A propósito tenho uma pequena surpresa no blogue "A Minha Carroça de Livros". Se vos apetecer, apareçam...
O óleo é de Robert Duncan.
sábado, abril 06, 2013
Voltar (ou não) aos Lugares onde Fomos Felizes
Os livros e os filmes falam sobre as nossas vidas, mesmo quando são escritos ou filmados por um japonês ou canadiano. As nossas generalidades dão quase sempre cabo das singularidades...
São eles que nos dizem, e é quase verdade (quase...), que não devemos voltar uma segunda vez aos lugares onde fomos muito felizes.
Acenam-nos de que a desilusão é certa...
Só se esquecem de um pormenor, da nossa capacidade de "ver coisas", mesmo onde elas já não existem...
(Onde me consigo abstrair com mais facilidade é nas praias que conheci na infância, algumas quase desertas e hoje têm avenidas que quase querem entrar no mar. Consigo quase sempre, ao fechar os olhos, ver os caminhos de areia que percorríamos até ao mar do nosso encantamento...)
O óleo é de Damian Elwes.
quinta-feira, dezembro 27, 2012
O Final de Ano
A proximidade do fim do ano é sempre um período complicado, em que se fecham e abrem ciclos, com a naturalidade possível.
Apesar das perspectivas do país não serem as melhores, tenho vários projectos na "manga" para 2013, que se dividem por actividades que nem têm sido muito exploradas por mim.
Claro que a maior parte destes projectos serão produzidos sem quaisquer contrapartidas financeiras...
Dizem que quem corre por gosto não cansa, mas nem sempre é assim. Há dois projectos para serem desenvolvidos nas Caldas. Espero que o vento sopre favoravelmente.
Espero pelo menos sentir-me bem com o trabalho desenvolvido.
O óleo é de Andrzej Gudanski.
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terça-feira, novembro 20, 2012
O Fascínio pela Banda Desenhada
As aventuras de banda desenhada fizeram parte integrante da minha infância e começo de adolescência.
Quando olho para trás, considero que foram bastante importantes como base de leitura. De certeza que me influenciaram, inclusive no gosto que tenho em contar histórias.
Claro que estou a contrariar um dos meus tios, que achava que os meus pais não nos deviam deixar ler tanto "lixo"...
Felizmente os meus pais nunca lhe deram ouvidos e nunca se preocuparam com essas leituras, por várias razões, num tempo em que os livros só com palavras eram objectos de luxo.
Tempo esse que está a voltar, lentamente...
O óleo é de Jim Daly.
sexta-feira, novembro 16, 2012
As Pequenas Memórias
Às vezes escrevo sobre o mesmo assunto nos meus três blogues. Hoje também aconteceu isso, pela feliz coincidência de José Saramago comemorar o seu 90º aniversário.
Ele surge aqui essencialmente porque "As Pequenas Memórias", acabam por ter alguma ligação às minhas "Viagens por Salir de Matos". Além de espelharem as memórias de Saramago na Azinhaga, a aldeia do Ribatejo onde nasceu e passou as férias na infância e adolescência, também reflectem alguns episódios das férias passadas nos campos, por muitos de nós.
Saramago fala entre outras coisas, da "aventura" que eram as pescarias no rio. Também eu, o meu irmão e outros amigos, andámos com pequenas canas artesanais à pesca nos pequenos ribeiros que passavam em redor de Salir de Matos, fascinados sobretudo pela beleza da água...
O óleo é de Jim Daly.
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