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s histórias nem sempre surjem quando queremos... é esta a razão de não ter dado notícias nos últimos dias.
s histórias nem sempre surjem quando queremos... é esta a razão de não ter dado notícias nos últimos dias.
Foi por isso que pensei em deixar aqui, o final do primeiro livro que escrevi, um romance que andou meio perdido pelo Oeste:
«Quando se preparava para partir no autocarro, Pedro olhou mais uma vez para o mar, em jeito de despedida. Descobriu ao longe um vulto. Era uma mulher que trazia na cabeça um chapéu de abas que lhe escondia o rosto do Sol e dos curiosos e no corpo um vestido leve que dançava com o vento. Passeava na areia molhada na companhia de um cão enorme. Pedro lembrou-se da Rita, a mulher que lhe escapara, e de Leonardo, o cão que fora um bom amigo.
Depois foi o regresso no comboio do Oeste. Estava meio triste, os sonhos de outros tempos iam-se distanciando do seu interior. No fundo ele sabia que eles voltariam, voltam sempre.»
Esta praia, como não podia deixar de ser, é a Foz do Arelho...
O livro em causa tem como título "Bilhete para a Violência" e é um romance sobre jornalismo e futebol. O Óleo que ilustra este texto é da autoria de João Vaz e chama-se "Manhã na Praia".








































