terça-feira, julho 10, 2018

Os Campos do Oeste...

Durante anos passámos uma boa parte dos domingos da nossa infância na casa dos avós maternos (e claro, uma boa parte das "férias grandes"...).

A viagem não era longa, mas as estradas desenhadas pelo tal inglês dos "ésses" e iésses" (continuam lá. são as mesmas, mais largas aqui e ali, mas com as mesmas curvas...), que acompanhavam os montes e vales, assim como os condutores das camionetas de carreira, ofereciam alguma "aventura" pelos campos do Oeste...

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, junho 05, 2018

Porque Sim...


Porque sim...

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, maio 15, 2018

Dia da Cidade


Hoje é o Dia das Caldas da Rainha...

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, maio 06, 2018

Dança de "Mães" com a Benção do Malhoa

Hoje fui às Caldas almoçar com a minha mãe e com o meu irmão.

Para variar passei pelo Parque, que descobri estar em festa, com a sétima edição do Festival Oeste Lusitano.

Um dos aspectos mais curiosos foi a aula de "fitness" no relvado junto à estátua e ao Museu do grande José Malhoa. Como só estavam a dançar mulheres e crianças, pensei que devia ser uma iniciativa alusiva ao Dia da Mãe.

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, abril 25, 2018

A Liberdade que Não Chegou às Caldas


Não é algo que me orgulhe, mas sei que as Caldas, a cidade onde apenas não nasci (fui nascer à casa da avó...), mas da qual sou natural, não é uma Terra de Abril.

E não o digo apenas por esta ser um "feudo da direita" desde a Revolução dos Cravos. Digo-o porque nunca a senti como uma Terra Livre, como é por exemplo, Almada.

As pessoas nunca se libertaram da sua mentalidade "pequeno-burguesa". Talvez algumas ainda tenham medo dos "comunistas comedores de criancinhas e com seringas nos bolsos para injectar atrás das orelhas dos velhinhos"...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, abril 19, 2018

Caldas SC: Qualidade e Dignidade


Desta vez não consegui bilhetes (a procura foi mais que muita nas Caldas e o espaço nas bancadas do Campo da Mata foi encurtado...), mas não perdi a transmissão televisiva durante os primeiros noventa minutos.

Vi o jogo na minha Incrível Almadense e achei curioso o facto de todos os espectadores estarem a torcer pelo Caldas. O "David" enfrentava o "Golias" e não se notou qualquer diferença no tempo regulamentar de jogo.

Como a sala foi enchendo para o Sporting-Porto, que se seguia (o prolongamento foi relegado para um dos outros canais da Sport tv...), fui para casa, onde assisti à reviravolta do jogo, praticamente sem imagens.

A derrota pela margem mínima não retira nada à dignidade e valentia demonstrada por uma equipa do terceiro escalão, muito menos encorpada que o adversário, que não parecia do primeiro escalão do nosso futebol, graças à réplica do Caldas, que queria muito estar no Jamor, e não foi inferior no tempo normal de jogo.

Ou seja, nem faltou muito para o sonho se tornar realidade...

Parabéns a todos. Jogadores, treinadores e dirigentes. Pintaram de dourado mais uma página da história do Caldas SC e das Caldas da Rainha.

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, abril 18, 2018

Jesus só Disse o Óbvio...


Em todos os jornais (e até na televisão) é dado realce ao facto de Jorge Jesus ter homenageado o Caldas na conferência de imprensa, pelo seu percurso durante a edição da Taça de Portugal de 2017/18.

Foi assim: «Creio que o Caldas é o grande vencedor. Parabéns aos seus jogadores pelo trabalho brilhante que têm feito. Podem não chegar à final, mas são os grandes vencedores.»

Mas não é só o Caldas e os jogadores que são vencedores. Há o treinador, José Vala, e toda a sua equipa técnica. Há o presidente, Jorge Reis, e todos os companheiros dos corpos gerentes. E sobretudo há uma massa humana que parece ter acordado e descoberto que o clube da sua terra tem uma grande equipa de futebol, praticamente amadora.

E agora só nos resta sonhar. E lutar, conseguir "cortar as asas" ao Aves e fazer a festa no Jamor.

(Fotografia de autor desconhecido)

segunda-feira, abril 16, 2018

Está Quase...


A possibilidade do sonho se tornar realidade, está já a menos de 48 horas.

Como de costume, não temos nada a perder, só tudo a ganhar.

(Fotografia de Autor desconhecido)

quarta-feira, março 21, 2018

A Poesia com "A Tua Janela"


Não sou tão antigo quanto isso, mas recordo-me de um quase namoro de janela, talvez no fim da adolescência, começo de idade adulta, vivido no Bairro onde cresci.

Este poema que publico por aqui, por ser Dia Mundial da Poesia, foi escrito muitos anos depois, mas Ela também devia lá estar, no meio destas palavras...

A Tua Janela


Venho passear por aqui

Olho a tua janela
E sinto saudade de ti

Este bairro foi feito
À medida do nosso amor.

E tu foste feito

À minha medida.

Luís [Alves] Milheiro

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, março 16, 2018

Não é um Dia Qualquer...


O 16 de Março não pode ser um dia qualquer, nas Caldas da Rainha.

Em 1974 teve um significado especial, foi uma espécie de antecipação do que estava para chegar, mesmo que hoje existam versões diferentes da tentativa de golpe militar. Há mesmo quem defenda hoje a teoria do "contra-golpe", organizado para contrariar os planos do Movimento dos Capitães...

Um dia destes far-se-á a sua história, com o testemunho dos principais "actores" da intentona e com o estudo dos ínúmeros documentos existentes. 

A única coisa que sabemos é que as Caldas e o Regimento de Infantaria nº 5, fazem parte integrante desta história.

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, março 10, 2018

A Feliz Rota Bordalina...


Sei que uma boa parte das pessoas das Caldas passam ao lado de toda a beleza artística que povoa a minha Cidade Natal. E não estou a falar dos excelentes museus que possui, mas sim das Ruas, do Parque ou até da Mata da Rainha...

É também por isso que foi uma excelente ideia criar estátuas gigantes em barro das principais personagens do universo do grande Rafael Bordalo Pinheiro e espalhá-las pelas principais artérias das Caldas, na chamada "Rota Bordalina".

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, fevereiro 28, 2018

Quase um Dia Normal...

Hoje é quase um dia normal nas Caldas, se esquecermos os mais de 1.500 "malucos" que já vão a caminho da Vila das Aves, para verem o jogo histórico de futebol da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal entre o Desportivo das Aves e o Caldas Sport Clube.

Espero que os jogadores e a equipa técnica estejam como eu, completamente descontraídos, com a consciência de que tudo é possível, por que a equipa que joga na primeira divisão é a outra, são eles é que têm a pressão de ganhar. O Caldas só tem de usar e abusar dessa pressão, em proveito próprio.

Normalmente não uso a expressão "nós" quando falo de futebol, mas hoje vou abrir uma excepção, porque nós não temos a pressão de ganhar, só a vontade, o sonho de chegar à final, no Jamor.

Sonho que é perfeitamente possível, se pensarmos que o jogo se joga onze contra onze (pois, e é bom que os árbitros não se intrometam, como gostam tanto de fazer, normalmente ajudando os mais fortes... o que só por si é um sinal óbvio da sua fraqueza), e que se joga a duas mãos.

Se há alguém que personifica todo este trajecto vitorioso, é o treinador da equipa, José Vala. É por isso que é ele a "cara da notícia" nas "Viagens" (fotografia retirada no site de "A Bola").

E como costuma acontecer nestas coisas, não estou nada preocupado que ganhe o melhor, quero sim, ver o Caldas no Jamor.