terça-feira, março 04, 2008

As Lojas de Aldeia

As lojas das aldeias eram bastante parecidas com as "grandes superfícies comerciais" de hoje, se esquecermos os espaços exiguos...

Vendiam um pouco de tudo, eram um misto de tabernas, mercearias, drogarias, retrosarias, papelarias, grémios agricolas, etc.
Muitas vezes até tinham objectos pendurados cá fora, para chamar a clientela, sedenta de novidades, transportadas da cidade, Até uma simples vassoura, diferente das artesanais, ou um chapéu de palha, para usar nas fazendas, cheiravam a novidade...

20 comentários:

Maria disse...

Ai que saudades das velhas drogarias.....
Ainda se encontram algumas por Caldas, mas aqui..... é mentira....

Abraço, Luís

Maria P. disse...

Aqui perto existe uma muito curiosa, quando recebe bacalhau, manda 3 foguetes ao ar para os clientes saberem da novidade.

Abraço.

Franky disse...

E a falta que essas lojas fazem em certos bairros por este País fora!
Eu sinto saudades dessas lojas e do seu cheiro tão especial! E da simpatia e tratamento despersonalizado.
Beijinho, Luís

Acordomar disse...

Como a loja do Evaristo ... :))
ja tinha saudades de fazer a ronda aos teus blogs ...

Beijocas do oeste ;)*

Oris disse...

Ainda me lembro da loja do Sr. Jacinto onde ia fazer recados à mãe. Delirava com toda aquela desorganização, principalmente dos produtos pendurados, alguns deles no tecto.

Mas ficou o cheiro dos enchidos...
Ainda bem que não havia ASAE.

Beijitos

Sophiamar disse...

E lá na minha serra dizia-se: vou à venda. Lá havia de tudo. Vinho a copo, atacadores, aguardente, fruta, tremoços, petróleo...

Fizeste-me recuar no tempo. Algumas décadas! Foi bom!

Beijinhosssss

Paula Crespo disse...

Também recordo as velhinhas drogarias de bairro, com os seus produtos únicos. E quem não se lembra das antigas mercearias, com aquelas gavetinhas de madeira para o feijão e o grão, todas arrumadinhas? Absolutamente deliciosas...

as velas ardem ate ao fim disse...

O mais parecido que temos agora são algumas lojas goumet que estão a aparecer nos bairros tipicos.

bjoca

Luís disse...

Nos bairros, mesmo bairros lisboetas, ainda existem (ou existiam...)

Lembro-me de uma castiça, na Graça, Maria.

Mas são raridades e em risco por causa da ASAE e do próprio fisco...

Luis Eme disse...

É mesmo curiosa, Maria Maio.

Será que os foguetes resultam, no alarme à freguesia?...

Luis Eme disse...

Tens razão, Franky...

O que se perdeu em relacionamento humano...

Luis Eme disse...

Como a loja do famoso Evaristo, Cor do Mar...

Luis Eme disse...

Todos temos uma loja dessas na memória, Anoris...

Luis Eme disse...

Conheço a expressão, Sophiamar. Os antigos ainda a usam...

Luis Eme disse...

É verdade, Paula...

e os doces (rebuçados e caramelos) guardados em frascos de vidro...

Luis Eme disse...

Sim, tenta-se trazer coisas (de qualidade) que nem sempre se encontram nas grandes superficies, Velas...

Um Momento disse...

Quanta saudade da "mercearia" da D.X ou Y...
Velhos tempos...


(*)

Luis Eme disse...

Pois é, "Um Momento"...

tempos em que conheciamos os donos das lojas pelos nomes e eles também nos tratavam pelo nosso nome...

Vanda disse...

É de facto verdade...a nostalgia de já não sermos especiais num sitio...conhecidos desde pequenos, muitas vezes...

Quando vou por esse Portugal fora, confesso que gosto sempre de espreitar as que ainda restam...e assim fiz uma colecção de vassouras :)

Artesanais, claro :)

Luis Eme disse...

Gira, a história da colecção de vassouras...

Portugal ainda tem muitas coisas, simples, que nos encantam, Vanda...