quinta-feira, outubro 01, 2009

Mansões Abandonadas

Gosto deste título, "Mansões Abandonadas".
Provavelmente não é inocente, acompanha o percurso do seu autor, farto de ser mais um "santo da terra, proibido de fazer milagres"...
Falo de José do Carmo Francisco, um poeta do Oeste, natural da Freguesia de Santa Catarina, no concelho das Caldas da Rainha, terra que conheço desde sempre, porque era
o destino final das camionetas de carreira que apanhava para Salir de Matos, quando ia de visita ou de férias para a casa dos meus avós maternos...
Conheci-o graças ao jornalismo no começo da década de noventa e nunca mais nos perdemos de vista.
A sua aventura literária começou em 1981, com o livro, "Iniciais", "Prémio Revelação da Associação Portuguesa de Escritores", seguiram-se mais catorze livros, em quase trinta anos de carreira literária.
A par da poesia também tem escrito em vários jornais e revistas ("Diário Popular", "Record", "A Bola", "Ler", Sporting", "Notícias da Amadora", "O Mirante", "Gazeta das Caldas", etc), e é um dos animadores do blogue "Aspirina B".
Apesar de se sentir marginalizado enquanto poeta e ter dificuldades em publicar, José do Carmo Francisco foi reconhecido recentemente além fronteiras, com a publicação de uma antologia da sua obra poética no Brasil, na colecção "Ponte Velha", que quer ser uma ponte entre a poesia portuguesa e a poesia brasileira.
Falo do tal título feliz, "Mansões Abandonadas", editado pelas Escrituras Editora, no outro lado do Atlântico.

11 comentários:

Teresap disse...

Obrigada por esta noticia e parabens ao Jose do Carmo Francisco.

Zeca Brasileiro disse...

Essa não!

Seu Luís escolha outra "cara" para promover e não um poeta banal, frustrado por não ser "doutor da mula russa".

Safa!

Luis Eme disse...

e ele bem merece, Teresa...

Luis Eme disse...

és tão brasileiro como eu chinês.

a chamada "dor de corno" é terrível.

cada vez estou mais convencido que o facto do JC Francisco provocar tanta "comichão", é a prova do seu real valor.

Lúcia disse...

E falaste bem Luís. Vou atrás da sugestão, que não conhecia.
Beijos

gaivota disse...

e parab´´ens a um caldense!seja onde for, ´´e um grande homem das escritas, sou assinante da gazeta e passam-me alguns escritos pelos meus olhos...
(o pc est´´a avariado, os acentos ficam fora de s´´itio, mas nem ´´e importante!)
boa divulgaç~~ao, luis!
beijinhos

Skip disse...

Não gosto de fretes nem bairrismos.

Desde quando é que Zé do Carmo Francisco é um grande poeta? Por fazer quadras a futebolistas do Sporting?

Vão lamber sabão!

Anónimo disse...

ESte «pobre» que se esconde atrás de um pseudónimo e o outro «triste» a fingir de brasileiro são ambos doentes. São atrevidos porque são ignorantes mas pessoas com a categoria de Clara Rocha, Silvina Rodrigues Lopes e António Candido Franco deram «bom com distinção» à tese de mestrado sobre a minha obra poética. Além disso existe o verbete no grande dicionário de Literatura Jacinto do Prado Coelho. Eles é que não valem nada e as suas «ideias» doentias valem menos do que o peido de um cigano.
a) J C FRancisco

Luis Eme disse...

sim, Gaivota, esqueci-me de destacar as crónicas de JCF da série "a estrada de macadame", da "Gazeta".

Luis Eme disse...

Skip, acho que queres ser mais "detergente" que canguru, vai "lavar" para outra freguesia.

Luis Eme disse...

claro, JCF.