quarta-feira, outubro 31, 2007

Porque Hoje é Dia de Poupar...

A Arte de Rafael Bordalo Pinheiro pode ser utilizada para ilustrar qualquer texto, ainda mais se se tratar do Dia Mundial da Poupança...
Este "escarrador" de louça, da sua autoria, é uma maravilha, com tantos "reis", em jeito de saca...
É contemporâneo dos "colchões", o lugar quase mítico, para se guardar dinheiro, quando os bancos ainda não inspiravam grande confiança...
E este é mesmo um objecto de museu, e não quase...

10 comentários:

Maria P. disse...

Assim como a poupança já é uma acção de museu/arquivo...

Beijinho*

Maria disse...

Ainda há tanta gente por aí a guardar dinheiro debaixo dos colchões, Luís.... mas tanta.... até eu fico parva como é possível...

Beijinho

Cris Caetano disse...

A minha curiosidade é aonde na casa "alojavam" o tal "escarrador"... ;)

E acredito que nos dias atuais ainda há quem guarde dinheiro debaixo do colchão... e dá para entender se for no Brasil, porque o que pagamos com o imposto CPMF... hehe
Beijinho

Luis Eme disse...

Pois é, Maria P, agora são mais tempos de endividamento, infelizmente...

Luis Eme disse...

Não sabia, Maria.

Claro que nas terras do interior, isso ainda deve acontecer, até por não ser um local apetecível para os banqueiros...

Luis Eme disse...

Também não sei Cris, mas penso que seria uma espécie de "bacio" (penico...), e estaria debaixo da cama...

Pois, parece que a parte de baixo dos colchões, ainda é o que era...

Sininho disse...

Eu estou a pensar sèriamente em começar a guardar o dinheirinho debaixo do colchão.
Ná, que isto não está nada de se confiar nos bancos...
Escarradores, hehehe, eram uns objectos um bocado repugnantes pelo uso que se lhes dava, embora pudessem até ser obras de arte.
Diz que havia quem os colocasse longe, para treinar a pontaria...
(estou a brincar)

Abraço

Luis Eme disse...

Só tu mesmo Sininho, com a estória da pontaria...

Pois, os bancos já foram mais confiáveis...
Abraço

samuel disse...

Por estranho que agora nos possa parecer, os célebres escarradores não eram peças como a aqui ilustrada. Eram em muitos casos, peças de belíssima cerâmica das melhores marcas e povoavam não os quartos ou casas de banho, mas sim as salas mais finas das melhores casas da nossa sociedade.

Luis Eme disse...

Obrigado pela dica, Samuel...