domingo, dezembro 10, 2006

Domingo Cheio de Sol



Hoje esteve um domingo bonito, cheio de sol e de luz.

Fui a Salir de Matos, onde foi descerrada a placa do novo Largo Padre José da Felicidade Alves.

Foi agradável encontrar pessoas que não via há anos, que não quiseram faltar a esta homenagem simples, a um grande cidadão natural da Freguesia.

11 comentários:

Maria disse...

Pela fotografia, vejo que estava bastante gente. ainda bem!
Espero que tenhas aproveitado para dar uma voltinha pelos mares aí perto...
Um abraço

Anónimo disse...

Valeu a pena!

Ida disse...

Ai, Luís, vim aqui descansar um pouquinho antes de voltar ao trabalho. Estes mundos (im)perfeitos andam tão agitados, que precisava mesmo era de uma vila portuguesa, com igreja branca, campanário e domingo de sol com a malta toda a confraternizar. O lugar e a ocasião parecem mesmo convidativos. Parabéns.

Nia disse...

E...entraste na igreja?Se eu soubesse que tinhas ido e tinhas entrado ,tinha-te "encomendado" um bocadito da tua reza , por mim...é que ultimamente tenho andado um bocadito...assim-assim. :(

Luis Eme disse...

Não dei... mas bem me apeteceu dar um saltito à Foz, Maria, quando estava a entrar na A8...
Mas como não queria apanhar muita confusão de trânsito em Lisboa e fiz-me à estrada.

Luis Eme disse...

Vale sempre a pena, quando a alma não é pequena (não sei se é o poeta se é a sabedoria popular que nos dá estes lugares comuns...) MFC!

Luis Eme disse...

Claro que entrei na Igreja, que foi restaurada e está muito bonita.
Rezar é que não... limitei-me a escutar e a observar Nia...

Luis Eme disse...

Fizeste bem em passar por aqui, Ida. Claro que não tem o sal e a pimenta do "mundo" da Isabella...
Não se pode ter tudo...

Ida disse...

Mas há dias para comida mexicana e dias para chá de menta. E cada uma a seu tempo e sabor. Depois, eu adoro o que me evocam os campanários brancos, provavelmente, mais do que os restaurantes mexicanos.

Cris Caetano disse...

Quanta gente!!! :D Pelo jeito "a festa" foi boa!

Luis Eme disse...

Foi uma homenagem simples mas importante, Cris, até para os habitantes da aldeia, pouco habituados a manifestações deste género.